quarta-feira, 21 de julho de 2010

O AMOR.
Quando nós os humanos descobrirmos o que é o amor,
Poderemos entendê-lo. Amar não é só gostar de alguem com limitações
E presos a certos princípios.
O amor deve ser incondicional, não importa como o chamamos, ou a quem o oferecemos.
Seja ele um amor por uma linda mulher,
Amor pelos queridos irmãos,
Amor pelos pais...
Pelos sagrados amigos, pela humanidade.
Insisto em dizer, não importa como ele é chamado...
Paixão, fraternal, maternal ou paternal, amizade, compaixão.
O que importa no amor quando o entendemos?
É a prender a lição de Cristo. ‘’Amai a todos como a se mesmo’’
Pois no amor não existe crença, religião, cor, diferenças. Ele é puro de vários nomes porem, imutável.
E ao contrario do que se pensa, não é fraco e frágil. Ele é o que mais resiste quando se pensa não existir mais nada. É imortal, quando se pensa estar morto.
Não se ama com o coração, o coração nada sente.
É a mente, é lá que se escondem todos os segredos, é lá que o amor se materializa.
Aquela sensação estranha no peito, é a carência do corpo de um abraço, de se estar junto, perto, próximo.
Como posso entender uma coisa tão complicada, como amar sem limites, sem barreiras?
O amor quando na forma de paixão, não é imortal enquanto chama mais infinito em quando dura.
Quando fraternal, é indestrutível perante as barreiras, é eternamente acorrentado pelo sangue.
Se materno ou paterno, torna-se parte da alma e da carne dos que o sentem. É chama inesgotável é motivo de orgulho, superação e dedicação, carinho, abdicação.
Esta é a forma mais forte do amor humano.
Quando manifestado na amizade, como dizia Milton: é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves dentro do coração. Na amizade nos livramos dos laços de sangue e aprendemos o verdadeiro amor incondicional de Deus. Na amizade o amor ganha forma e corpo.
Um dia então quando entendermos o amor chegaremos a um ponto de elevação máxima. Deixando em fim esta casaca humana e limitada, e seremos luz.
Nilson Ferreira.
02/03/2007

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