
Penso que na vida há coisas que não se pode escrever de forma a demonstrar o tamanho ou a intensidade. Às vezes tento reproduzir de maneira sensata o que sinto, por vezes minha sensatez é mais uma agonia ou um desalento do que não consigo definir direito. Diante de uma pagina em branco eu viajo por mim mesmo tentando quem sabe definir-me. Algumas cenas são tão reais em mim, de momentos únicos, porem quase indescritíveis, às vezes consigo sentir a felicidade o sabor e o gosto de coisas que me aconteceram anos atrás.
Mais como transpor esta distancia entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Colocando sobre um contexto individual nego a mim mesmo passagens que no braço de minha literatura se perderiam facilmente perante fatos mal definidos. Na minha imensa folha em branco posso escrever apenas uma frase, ‘’sobre a vida nada sei falar, eu só sei sentir’’
Há experiências em mim que são reveladoras. Eu gosto do amor e de duas vicissitudes, mas até hoje eu me sinto inapto para descrever sobre como ele me afeta, de um modo emocional, o que dele me afeta. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis uma Metafísica talvez... Vai saber.
É interessante como podemos nos desdobrar em inúmeras realidades. E vezes nos pegamos diante da vida sofrendo por angústias passadas. O que posso falar sobre o que sinto? Qual a palavra que pode alcançar de maneira transcendental a natureza das coisas que sinto? O que eu posso responder quando perguntado sobre o que sinto ou estou sentindo. Existem palavras que podem alcançar as raízes de minha angustia agora.
O terrível ciúme que esta atrelada ao amor, e que estou tentando torná-lo inerte em mim como ele sempre foi. Não existe um motivo real para que ele haja em mim como dono de minhas vontades e percussor de minhas atitudes involuntárias.
Mais eu não sei direito responder a essas coisas com as palavras corretas. Prefiro permanecer no silencio da contemplação. É sacral o meu amor, e esta coberto de sacralidade o seu sabor que experimento. É essencial que eu sinta o amor, mais as nuances de ciúmes e outros sentimentos periféricos não podem sobrepor a superfície da minha pele. Eu quero a profundidade das coisas, esse talvez seja um jeito sábio de resolver meus conflitos. E admito. Eles nascem de atitudes insensatas.
Um dia aprendo a domar a insensatez, aprendo a dominar meu amor e assim neutralizar e extirpar as raízes do ciúme em minha pele. Desejo ter a graça de sorrir perante minhas angustias, e assim dominar minhas fraquezas. Ou então voltar a vestir a minha armadura e me proteger do mundo.
Mais como transpor esta distancia entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Colocando sobre um contexto individual nego a mim mesmo passagens que no braço de minha literatura se perderiam facilmente perante fatos mal definidos. Na minha imensa folha em branco posso escrever apenas uma frase, ‘’sobre a vida nada sei falar, eu só sei sentir’’
Há experiências em mim que são reveladoras. Eu gosto do amor e de duas vicissitudes, mas até hoje eu me sinto inapto para descrever sobre como ele me afeta, de um modo emocional, o que dele me afeta. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis uma Metafísica talvez... Vai saber.
É interessante como podemos nos desdobrar em inúmeras realidades. E vezes nos pegamos diante da vida sofrendo por angústias passadas. O que posso falar sobre o que sinto? Qual a palavra que pode alcançar de maneira transcendental a natureza das coisas que sinto? O que eu posso responder quando perguntado sobre o que sinto ou estou sentindo. Existem palavras que podem alcançar as raízes de minha angustia agora.
O terrível ciúme que esta atrelada ao amor, e que estou tentando torná-lo inerte em mim como ele sempre foi. Não existe um motivo real para que ele haja em mim como dono de minhas vontades e percussor de minhas atitudes involuntárias.
Mais eu não sei direito responder a essas coisas com as palavras corretas. Prefiro permanecer no silencio da contemplação. É sacral o meu amor, e esta coberto de sacralidade o seu sabor que experimento. É essencial que eu sinta o amor, mais as nuances de ciúmes e outros sentimentos periféricos não podem sobrepor a superfície da minha pele. Eu quero a profundidade das coisas, esse talvez seja um jeito sábio de resolver meus conflitos. E admito. Eles nascem de atitudes insensatas.
Um dia aprendo a domar a insensatez, aprendo a dominar meu amor e assim neutralizar e extirpar as raízes do ciúme em minha pele. Desejo ter a graça de sorrir perante minhas angustias, e assim dominar minhas fraquezas. Ou então voltar a vestir a minha armadura e me proteger do mundo.
Nilson Ferreira.


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